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Desconforto pós-operatório é cada vez menor na cirurgia ortognática

  • 13
  • 07
  • 2014

Técnicas utilizadas atualmente garantem recuperação mais tranquila para pacientes.

Queixo proeminente, ou muito pequeno, sorriso gengival exagerado e face curta são algumas das características que indicam que o paciente pode ser candidato a uma cirurgia ortognática. Todas essas descrições, que estão ligadas à estrutura da face, são anomalias nos maxilares e geralmente prejudicam a mordida, causam dores de cabeça, ATMs, além de prejudicar a mastigação e a deglutição.

Mesmo sendo um procedimento invasivo, as técnicas utilizadas atualmente permitem que o paciente tenha um pós-operatório com menor desconforto. “Para os cortes ósseos, usamos a piezocirurgia, que propicia um corte atraumático sem lesar os tecidos moles. Além disso, o uso de placas e parafusos permite uma fixação rígida dos ossos, o que dispensa o bloqueio maxilomandibular no pós-operatório imediato”, afirma o cirurgião bucomaxilofacial, José Flávio Torezan.

O cirurgião lembra que a questão do desconforto pode variar muito de um caso para outro. “A parestesia transitória é uma das queixas dos pacientes, mas ela tende a se reestabelecer dentro de seis meses a um ano. Há procedimentos que melhoram muito os sintomas pós-operatório, como sessões de laserterapia, fisioterapia e drenagem linfática. Obviamente, a recuperação do paciente depende de uma boa equipe e um ambiente adequado”, enfatiza.

O tratamento mais convencional é a cirurgia ortognática combinada com o aparelho ortodôntico. Como o tratamento é invasivo, é importante que o profissional esteja ciente da condição sistêmica do paciente. “É importante que o cirurgião bucomaxilofacial conheça a estética e a oclusão dental do paciente, além de analisar as vias aéreas. Pacientes com doenças sistêmicas, como diabetes, devem ter suas condições controladas antes de qualquer procedimento”, afirma.

Fonte:INPN